Quarta-feira, 16 de Novembro de 2005

A CARTA

carta.jpg

Uma mensagem que é carta
Com tanta pontualidade
É de amor que não se farta
E vence a contrariedade.

O poeta é um fingidor
Como diz certo poeta
E ao fingir que sente dor
Faz figura de pateta.

Quero bradar em voz alta
Que as dores tão repetidas
São umas dores fingidas
Que de amor não tenho falta.

Minha ansiedade em enviar
Sinto-a eu no receber
Que me diz 'sperar 'sperar
Que eu volte sempre a 'screver.

Como te amo, ó meu amor,
Digo sem falsa roupagem
E se um dia assim não for
Di-lo-ei co'a mesma coragem!

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publicado por Abel às 21:04
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