Sábado, 29 de Outubro de 2005

A LEMBRANÇA



Secou a espontaneidade
Não surgem versos de novo
Meu bem-estar é raridade
E as reservas não renovo.

Sem musa não sou ninguém
Vou andando à deriva
O que me fazia bem
Nunca mais se reaviva.

Um destino mal fadado
Criou uma encruzilhada
Não se pode fazer nada
Se o tempo não for chegado.

Talvez que a reviravolta
Não dependa de ninguém
Tempo que vai já não volta
Que o tempo não é vaivém.

O dever é importante
E a verdade ainda mais
Acompanham-me os meus ais
Que vou dando a cada instante.

Bem ou mal, por fim, chegou
Uma réstia de esperança
O que eu era ainda sou
Que não morreu a lembrança!
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publicado por Abel às 15:06
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