Quarta-feira, 12 de Outubro de 2005

O AVESTRUZ



A bondade em demasia
Às vezes é desdenhada
Porque logra a fantasia
Quem de mal não pensa nada.

O homem bom é uma criança
De inocência sem maldade
Faz o bem sempre na crença
De que o bem deixa saudade.

Talvez que a c'roa de espinhos
Simbolize ela o amor
De quem passou tanta dor
Por mor de homens tão mesquinhos

Que sendo caso de escândalo
Só sabem pedir perdão
Mantendo no peito um vândalo
Em vez dum bom coração...

Quem o Menino Jesus
Recebeu indignamente
E ainda se acha inocente
Faz lembrar o avestruz.
publicado por Abel às 22:21
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