Terça-feira, 4 de Outubro de 2005

DOCE MEL



Serão insignificantes
Os versos que te dedico
Mas por ti tão feliz fico
Que me parecem brilhantes.

Não importa o seu valor
Importa mais o que levam
Levam tanto tanto amor
Que como penas se elevam.

Nos ares esvoaçando
Me põem tão nas alturas
Que andam faceiras loucuras
No meu peito palpitando.

Nunca pensei que a doidice
Fosse coisa diferente
Duma ingénua tolice
Que algumas vezes se sente.

Afinal é doce mel
Açúcar em pão barrado
Que elimina todo o fel
Que possa ser segregado!
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publicado por Abel às 21:12
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