Sábado, 3 de Setembro de 2005

O ESPARTILHO



No dia da poesia
Parece bem recordar
Com alguma ironia
Quadras que andei a rimar.

Já se viu mais que uma vez
Provado à saciedade
Que a falta de lucidez
É mãe da opacidade.

Em meio a desfiladeiro
Em cujo fundo se alapa
O logro jamais escapa
Aos olhos do bom olheiro.

Uma simples vistoria
Põe a claro que o espartilho
Que reinava em poesia
Deixou de ser empecilho.

Só a dura matemática
Continua a dar sarilho
Com precisão tão estática
Não se livra do espartilho...

publicado por Abel às 21:09
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