Quinta-feira, 1 de Setembro de 2005

JAMAIS TEMEM



Quando o vento desatina
E o navegar se faz morto
Há-de chegar a bom porto
Quem navegar à bolina.

Soubesses tu navegar
Qual marinhreiro sapiente
Me tornavas tão contente
Me deixando mais te amar.

Digas tu o que disseres
Diga eu o que disser
Muitas são outras mulheres
Mas só tu és a mulher.

Se um dia brilhar a luz
No fundo dos olhos teus
Teus olhos serão os meus
Minha e tua a mesma cruz.

As mãos ao leme não tremem
Dos que sabem navegar
Os que se amam jamais temem
As vagas do alto mar!
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publicado por Abel às 16:15
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