Segunda-feira, 29 de Agosto de 2005

DE CERTA RE



Sem querer ter a certeza
De que penso sem engano,
Vejo na língua a nobreza
Do brio mais lusitano.

Cada vez mais a certeza
Da minha objectividade
Me surge com a firmeza
Da luz que dá claridade.

De que é bom falar correcta
E claramente a certeza
É mais das almas pureza
Do que pensar de pateta

Faz parte do patriotismo
Ter bem presente a certeza
De que a língua portuguesa
Não é qualquer barbarismo!
publicado por Abel às 16:52
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