Domingo, 19 de Março de 2006

AS HORAS



Não meia hora seguida
Nem uma duas nem três
São quatro só duma vez
São quatro horas de vida!

São horas horizontais
Cruzadas no azul do Céu
Que brilham cada vez mais
Neste amor que Deus me deu!

Um amor que em cada dia
Segue ao longo duma 'strada
Para levar alegria
Aos olhos da minha amada!

Não são a luz dos meus olhos
Que até hoje não os vi
Nem sei se por mor de mim
Hão-de vencer os escolhos...

Se um tapete eu tivera
Num tapete voaria
A buscar a Primavera
Que descobri certo dia!
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publicado por Abel às 20:21
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1 comentário:
De Anónimo a 26 de Março de 2006 às 00:57

---- Num tempo em que a poesia anda um tanto esquecida é bom encontrar um blog onde as quadras brotam como de uma fonte. Veio-me à memória mais uma vez desse grande poeta verdadeiramente popular que foi o Aleixo.------------------------------------
QUEM PRENDE A ÁGUA QUE CORRE
É POR SI PRÓPRIO ENGANADO
O RIBEIRINHO NÃO MORRE
VAI CORRER PRA OUTRO LADO !
::::::::::::::::::::::::::::::::www.Louletania.blog.vuAntónio
</a>
(mailto:A.MS@hotmail.pt)

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