Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2005

O CABAZ DE QUE FALEI

poco.jpg

O cabaz de que falei
Não era não de Natal
É um poço em que deitei
As sementes do meu mal.

Mal de amor desprotegido
Que tudo dá ser saber
Se será correspondido
Hoje ou num dia qualquer.

Nesse poço muita água
Eu preciso de tirar
Pra irrigar uma mágoa
Que me anda a fazer chorar.

As lágrimas que no rosto
Muitas vezes vão correndo
São elas que vão dizendo
O quanto de ti eu gosto!

Fosse eu um dia maior
Do que todo o mundo inteiro
Mesmo assim o meu amor
Por ti seria o primeiro!

 

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publicado por Abel às 14:54
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