Domingo, 6 de Novembro de 2005

O OUTRO

balanca.jpg

Tempo por demais tardado
Não há nas coisas celestes
Mas há nas que são terrestres
E é um tempo envenenado.

Se os pratos de uma balança
Pendem para um só lado
O que nela for pesado
Peso certo não alcança.

Nada mais é que ludíbrio
Com paciência esperar
Quando não há equilíbrio
Entre receber e dar.

Só quando for biunívoco
O entendimento do outro
Será por fim inequívoco
Um lio forte e devoto!

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publicado por Abel às 21:09
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