Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2006

UMA QUESTÃO DE GOSTO

cafe_manha2[1].jpg






Não achar graça nenhuma
Aos do Gato fedorento,
À carla e ao Zé Coimbra,
Será um sinal nojento

Duma vida na penumbra,
De velhice sem encosto,
Duma inocência ainda,
Ou de falta de mau gosto?

As graças de graça morta
Soam mal a quem escuta
Nem todos são gente bruta 
Nem toda a gente as suporta...

Devo, porém, referir                       
Que as rep'tidas da doutora
Me dão vontade de rir
Cinco dias numa hora!

No dia de São Valentim
Tenho um desejo específico
Que não se esqueçam de mim
Os do Oceano Pacífico...


publicado por Abel às 17:28
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